sábado, 27 de fevereiro de 2010

terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

Só de Somente, Só de Sozinha.

Psicólogo. Preciso urgentemente de um psicólogo. Tenho problemas. Ou o mundo tá de mal comigo ou sou eu que estou de mal com o mundo. Acho que sou eu. Ou todo mundo está brigando comigo ou eu estou brigando com todo mundo. Eu estou brigando com todo mundo. Então pelo menos já arranjei o problema. Eu sou o problema. E isso me deixa tão infeliz de saber, pois eu detesto essa condição de má da história, mas eu sou a má da história, eu sou a vilã. De onde eu menos esperava eu recebo críticas, reclamações e acusações. E sempre a culpa é minha. Ruim é passar o dia bem, e no final descobri que você é uma merda de gente. Que não serve para nada, não sabe o que quer, o que quer é impossível, não tem juízo para nada, ninguém quer saber de mim, ninguém me dá o ombro para eu chorar, ninguém me quer por perto, eu só faço a coisa errada, eu não presto, eu fui um erro nessa vida, eu não sirvo para nada, eu não sei viver, e o mais complicado, eu não sei conviver. E, fatalmente, eu acabei descobrindo que eu estou só. Sempre estive, sempre vou estar, porque sempre a culpa é minha, tudo porque eu não penso direito, tudo porque eu não sei conviver com as pessoas. Eu prejudico-as, sempre sai errado, e na hora de precisar de alguém, não tenho ninguém, acho que é assim que eu vou morrer. Estive pensando em melhorar a minha alimentação, a minha vida, mas assim eu só vou adiar a minha morte já programada. Eu preciso acabar de vez comigo para não ter que fazer mais ninguém sofrer. Eu que tantas vezes já pensei em me matar. Eu que tantas vezes já tentei me matar. Eu que tantas vezes tive surtos de loucura, eu sei que sou louca. Eu admito que tenho problemas, mas eu insisto em dizer isso às pessoas e elas não me escutam, elas se fingem de surdas, ou acham que estou brincando. A minha cabeça dói e eu não aguento mais essa vida. Sem rumo, sem decisão. Ninguém me quer, quero então morrer logo. Queria que a morte me chamasse, estou em tal desespero que aceito de qualquer forma, isso é injusto, pedir para morrer, mas eu sou fraca, eu não sei viver. Queria fazer juz ao blog, mas hoje eu não consigo. Estou infeliz. Sou infeliz. Sou uma atriz. E ninguém nota.

domingo, 21 de fevereiro de 2010

Dia de Anos

É cedo para tal,
Mas do outro lado do mundo já são horas.
Horas de cantar Parabéns...
22 de Fevereiro
E...
Se eu pudesse te presentear agora,
Eu estaria ao seu lado.
Encheria-te de beijinhos
E mil abraços.
Mas como não posso.
Sei que com palavras ainda posso te dizer
Que neste seu primeiro aniversário comigo,
Você tenha muita saúde, para continuarmos.
Muita alegria par sorrirmos,
Muita paz para conseguirmos,
Muito amor para vivermos a dormir felizes e acordar sorridentes.
Desejo a ti isso e muito, muito mais.
Quero-te com 22, 23 ou 30.
Quero-te para dormir de conchinha, para contar minhas coisas.
Quero-te para ver e para ouvir.
Espero que esse seja o primeiro de muitos no qual quero desejar-te:
Feliz Aniversário!

domingo, 31 de janeiro de 2010

doce livro. livro doce.

Ler-te é tão bom, principalmente quando se trata de tentar te desvendar. Você é meu livro mais viciante da estante, aquele que quando eu pego não largo, não consigo parar de ler. Sua capa grossa de couro, pesada, não me apavorou. Pensei 'um tanto conservador, para um livro tão gostoso'. Mas sua leitura me desperta a cada página virada, seu livro é curioso, aventureiro e, um tanto, apaixonante. Meus olhos em sua leitura faz-me sentir as mais diferentes sensações. É com você que sorrio, que choro, que tenho enormes sensações de prazer, de felicidade. 'Tu fazes meu coração bater mais forte'. Aquele meu livro que ao passar as páginas eu cheiro, sinto seu perfume mais agradável, ao mais doce cheiro de papel. Papel. Papel e amor. Papel e você. Ler é tão bom que parece que tem chocolate com morango em minha boca. Ler você é tão bom que é você essa mistura adocicada de chocolate com morango em minha boca. Te adoro minha doce leitura de sempre. Gosto de fazer parte desse seu livro. Adoro esse nosso livro escrito. Escrito por nós, à base de caneta, sem poder apagar, com figuras bonitas. Com você escrevendo comigo. Quero ler o final desse livro, já que sempre dormimos juntos, 'lê para mim antes de dormir'.

sábado, 30 de janeiro de 2010

doce compromisso. ou a falta dele.

Distância é um nome bonito para desculpa?! Vive-se, come-se, fala-se, ama-se e nada impede de fazer tudo. Ou quase tudo. Mas no momento chave, dá com o pé para o trás. Na verdade, o corpo inteiro. O que se faz de errado para não dar esse passo a frente e cair no precipício? 1. O medo de cair no precipício. 2. O medo de se compromissar. 3. O medo de amar. Sim, vamos cair no precipício, mas ele não é maior do que a distância presente entre nós. Sim, você tem medo do compromisso, porque quer viver livre como um passarinho, que não tem ninho, sem ninguém, é assim. Sim, você tem medo de amar, está com medo do amor. O que eu posso fazer?! Mais nada. Sinto dizer que meus pésames já foram dados, e que é uma pena caso meu eu ache um outro eu, não pela distância que eu não me importo, não pelo carinho, porque sinto o seu deste lado, não pelo amor, porque gosto de sentir essa necessidade do seu de tão longe, mas pela simples ousadia de ousar. E esperar que tem alguém nesse mundo, perto ou longe que me quer tão bem quanto eu o quero. Embora essas minhas duras e sensíveis palavras sejam escritas, eu ainda te quero, eu ainda te gosto, eu ainda te amo. E, infelizmente, a parte de mandar no meu coração já não me pertence mais, te pertence. Então, é triste ter que saber que vou viver assim, até o dia de minha vida que vou ouvir um 'não'. Ouvi meu 'não'. Sou feliz. Gosto muito de você por isso.

doce veneno.

Ainda sinto em mim, em nós, a anestesia passando pelas veias. O corpo todo treme de forma a não controlar os movimentos, intensos. É como se uma dose de adrenalina fosse injetada, como se uma droga forte passada pelas finas veias do corpo que não aguentam, não suportam a velocidade com que isso é liberado no organismo. E o corpo se contorce de maneira tal que os músculos não suprem a vontade de se contrair. O seu amor é assim para mim... como um veneno, incapaz de curar, de me enlouquecer com conteúdo. O seu conteúdo. Eu quero-o assim, sem mais nem menos, talvez com mais, com muito mais do que provavelmente possamos fazer. Quero sentir correndo, sempre, no sangue essa vontade de te ter, daquele jeito, do nosso jeito. A gente sabe, a gente se entende. Quero que isso sempre aconteça, quero sentir-te entrar desta forma voraz com que somos incapacitados de sentir. E num desejo louco saber que você sempre esteve aqui, do meu lado, fazendo o que estamos sempre fazendo. Nos amando.

quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

independência ou morte.

Não fazer o que os outros mandam.
Não andar em cima da linha.
Não dançar conforme a dança.
Viver

declaração.

Que mal tem o meu pedido?!
Qual o problemar em se declarar?!
Importa se a mulher está ocupando papel de mulher no século XXI?!
Importa se eu quero dar um passo para aproximação?!
O que importa?!
Agora tenho medo da reação.

segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

doce paixão.

Que título mais conviniente, ao que sinto. Sabe-se para estar apaixonada no mínimo tem que ter pernas que tremem. As minhas tremulam e meus pés encolhem de forma tal que já sei o que é que estou sentindo. Mas não é só isso que acontece, que me acontece. O coração bate mais depressa, fico ansiosa para ver, ouvir, falar, e de certa forma até sentir. Mas o que posso fazer agora por isso?! Nada. E o que posso mudar diante do fato?! Nada. Mas não sei se gosto de estar assim. Gosto. Tenho certeza que não sou menos por conta disto, muito pelo contrário, eu sou mais, mais alegre, mais sorridente, mais feliz. Gosto de estar assim. Apaixonada. Tenho medo do futuro?! Em tese. Tento não temer nada, mas caso seja necessário entro na briga, por você, por nós. Isso se houver retorno, isso se for recíproco. Mas eu sei disso?! Não! Mas eu vivo sem tentar temer, sou forte, sou Leão do Norte! Só isso que eu sei: Quero-te! E só mudo de opinião se for você a me renegar.
Liala