quarta-feira, 18 de maio de 2011

wonderwall.


Queria escolher palavras mais bonitas.
Delicadas.
Musicalizadas, assim como você.
Mas não consigo... minha mente apenas pensa.
Pensa e pensa.
E não para de pensar.
Naquilo.
Naquilo.
Naquele.
Naquele beijo.
Naqueles beijos.

Um acontecimento desacontecido que aconteceu.
Eu estava lá, e você também.
Você chateado, eu triste por te ver assim.
Eu te puxo, chamo, canto.
Cantamos.
E nos divertimos como se não existisse problema.
Mas não havia problema.
I Said maybe...
Então, somebody told me que nós dois tínhamos nos conectado.
Olhar.
Cantar.
Olhar.
Olhar.
Beijar.
Pensar.
Cantar.
E hoje é hoje e aquela música paira sobre minha mente.
Não mente.
Indiscutivelmente.
Você mexeu na minha mente.

Medo.
Minha cabeça e meu coração te envolveram mais do que eu queria.

Volta. 

14/01/2011

poesia.


Música, melodia.
Você, poesia.

14/01/2011

meu menino das flores.


Adocicadamente avermelhada é a cor enrubescida das maçãs. Não maçãs quaisquer, mas maçãs do rosto. Aquelas que delicadamente avermelham-se de vergonha, paixão e calor. No esquentar de faces, o cheiro teu mistura-se ao cheiro doce das flores. Deliciosamente amoroso. Calorosamente feliz. Sorridente, contente, frente a você. Por isso, beijo, cheiro, beijo, sorrio, beijo e cheiro. Sinto. Sinto estar feliz. No meu coletivo de flores, cores, amores... Luciano.
25/01/2011

sinestesia.


Foi você, com imensa alegria.
Que transformou minha vida
Emendando a noite no dia
E hoje, em um mês, ó quem diria
Que era você a minha calmaria.
É você quem me anestesia.
Me provoca arritmia.
Mesmo sem minha vida ser boemia.
Adoro sua dramaturgia,
Me sacia,
E esvazia.
E quando meu olhar te espia
Mesmo com toda miopia
Ele encontra um guia
Capaz de te guardar como fotografia.
Então, nesse momento que se inicia
Busco na sua melodia
Lembrar de nós dois em parceria
Juntos faremos a travessia
Saindo da fantasia
Para ter contigo essa sinestesia.

07/02/2011